História

  • O Forte de Copacabana foi concebido, ao final do século XIX, para compor o sistema defensivo da cidade do Rio de Janeiro e de seu porto. Sua função principal dentro de tal sistema era impedir a aproximação de navios inimigos que pudessem ameaçar a entrada da Baía de Guanabara.

    1908
    O início da construção do Forte de Copacabana ocorreu em 1908, durante um momento conjuntural propício para a construção de grandes unidades militares. A chamada “reforma do Exército” começou ainda no final do século XIX, mais precisamente no término do governo de Floriano Peixoto.

    A situação do Exército era, de maneira geral, de estagnação. O reaparelhamento mostrava-se necessário, assim como o adestramento da tropa e a modernização das fortalezas. Nesse contexto, duas figuras destacaram-se dentre as demais no Exército Brasileiro: os Ministros da Guerra, General João Nepomuceno de Medeiros Mallet e o Marechal Hermes da Fonseca, sendo esse último o responsável pela construção do Forte.

    O local escolhido para a construção do Forte foi o chamado promontório da Igrejinha, local onde existia a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, sendo, portanto ideal para posicionar canhões de longo alcance.

    No dia 16 de dezembro de 1907, o então Major Luiz Eugênio Franco Filho, adjunto da Direção de Engenharia, foi designado para dirigir a construção do Forte de Copacabana. No dia 5 de janeiro de 1908, foi lançada a pedra fundamental, estando presentes Affonso Penna e o Marechal Hermes da Fonseca.

    1910-1911
    Entre os anos de 1910 e 1911, toda a área tomou os contornos definitivos da construção do forte. A rocha foi reconstituída, permitindo a completa simbiose entre a construção humana e a da natureza.

    1912
    A Fortificação começou a tomar forma, em 1912, com as suas muralhas laterais de 12 metros de espessura, com as abóbadas já concluídas, formando o “esqueleto” do forte. Enquanto prosseguia a tarefa da formação da grande estrutura de concreto, outros serviços auxiliares eram executados.

    Ainda em 1912, teve início a montagem das cúpulas de 190mm e 305mm. Para isso, foi construído um guindaste elétrico de 80 toneladas, a fim de facilitar o desembarque dos volumes remetidos pela Casa Krupp.

    1913
    Em 1913, todo o material de artilharia encontrava-se em condições de funcionamento. Houve também a continuidade da betonagem da cobertura, a montagem do material bélico restante, de toda a maquinaria acessória e demais instalações do interior da fortificação.

    1914
    Finalmente, em 1914, ocorreu o fim da betonagem com a cobertura final. Iniciou-se o funcionamento efetivo do maquinário e das peças de artilharia. Estava concluída a mais poderosa fortificação da América do Sul.

    Concluídos os trabalhos, a Fortificação foi inaugurada no dia 28 de setembro de 1914, com a presença do então Presidente da República, Marechal Hermes da Fonseca, e demais representantes da Nação.

    Inicialmente, o Forte de Copacabana foi guarnecido pela 6ª Bateria Independente de Artilharia de Posição, a qual foi transferida de Santa Catarina para o Rio de Janeiro, tendo como Comandante o Major Marcos Pradel de Azambuja.

    Ao longo do século XX, o Forte de Copacabana vivenciou diversos episódios que o tornaram parte da história do Brasil, como o Movimento Tenentista de 1922, conhecido como Levante dos 18 do Forte; a Revolução de 1930, quando serviu de prisão para o Presidente da República deposto, Washington Luís; e na Revolução de 1964, quando serviu de ponto de Reunião para o Comando Revolucionário.

    1987
    Em 1987, o Forte de Copacabana deixou a sua função bélica, vindo a abrigar o Museu Histórico do Exército. A partir daí, teve início uma história de dedicação à cultura. Hoje, o Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana tem como missão principal preservar, salvaguardar e disseminar a memória histórica do Exército Brasileiro, bem como atuar como espaço cultural, proporcionando cultura e desenvolvimento aos seus visitantes. Assim, os canhões que ontem disparavam artefatos bélicos, hoje se calam para promover o civismo e cultura para a sociedade.



  • As origens do Museu Histórico do Exército remontam ao final do século XVIII, quando houve uma primeira tentativa de criar um local para guardar acervo relativo à História Militar no Brasil, por iniciativa do Conde da Cunha, D. Antônio Álvares da Cunha, na antiga Casa de Armas do Morro da Conceição, localizada na Fortaleza da Conceição, entre os anos de 1763 e 1767. Mais tarde, todo o material julgado como acervo foi transferido para a Casa do Trem.
     
    Museu Militar (1865-1870)
     
    Foi somente em 19 de dezembro de 1865, que o Ministro da Guerra, Dr. Ângelo Muniz da Silva Ferraz, Barão de Uruguaiana, mandou baixar uma Instrução, na qual determinava criar, no antigo Arsenal Militar da Corte, um museu, cuja finalidade era expor armas de todas as espécies, viaturas, projéteis, equipamentos e invenções, além de fixar normas para a disposição e apresentação do acervo. O Aviso Ministerial de 18 de fevereiro de 1867 complementava a Instrução anterior, determinando que a guarda do Museu ficaria à cargo de um oficial reformado ou honorário do Exército.
     
    Em 1869, o Museu Militar foi realmente criado nas dependências do antigo Arsenal de Guerra da Corte, sendo no ano seguinte, 1870, nomeado encarregado o Tenente Honorário do Exército, José Carlos de Oliva Maia, em Portaria de 21 de novembro, publicada na Ordem do Dia N° 746, de 15 de dezembro. Com a aquisição dos imóveis da Fábrica da Ponta do Caju e instalação do novo Arsenal de Guerra, em 1902, o acervo do Museu Militar foi encaixotado e recolhido a uma sala do Quartel General, no centro da cidade.
     
    Fim do Museu Militar e a Criação do Museu Histórico Nacional (1912-1924)
     
    Em 1912, o acervo do Museu Militar foi transferido para o Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, na Ponta do Cajú, pelo Aviso de 2 de agosto, publicado no Boletim do Exército N° 220. Após 10 anos sem funcionamento, o Ministro da Guerra, Dr. João Pandiá Calógeras, determinou em 20 de maio a reorganização do Museu, como Museu Histórico Militar. Para isso, foi autorizado aos Chefes de Repartições e Estabelecimentos Militares entregarem, ao encarregado do Museu Histórico Militar, os objetos que estivessem em condições de figurar no referido Museu. Determinou-se também que o Museu Militar fosse colocado à disposição do Encarregado da organização do Museu Histórico Militar. No entanto, tal Museu parece não ter encontrado o apoio político necessário para a sua existência, pois no dia 2 de agosto de 1922 foi criado, pelo Decreto nº 15.596, o Museu Histórico Nacional. O Decreto ordenou a transferência do acervo histórico que estava sob a guarda do Museu Militar, porém nem todo o acervo seguiu para o Museu Histórico Nacional.
     
    O armamento e alguns outros artigos foram enviados ao Departamento antigo, onde foram depositados em barracões de madeira situados no pátio do antigo Quartel General, em 2 de fevereiro de 1924. No dia 7 de junho de 1924, pelo Ato N° 5 do Departamento Central, foi extinto o Museu Militar, tendo o seu acervo, portanto, ficado uma parte sob guarda do Museu Histórico Nacional e outra parte guardada no Quartel General.
     
    Ameaça de Perda do Acervo (1948-1952)
     
    Passados quase 17 anos da extinção do Museu Miltar, uma nova tentativa de organização de um museu ocorreu, de acordo com o Aviso n° 3.773, de 18 de dezembro de 1941, publicado no Boletim do Exército N° 52, de 26 de dezembro do mesmo ano. Nesse documento, foram aprovadas as Instruções para Organização e Funcionamento do Museu do Ministério, no então Distrito Federal. Porém, tal iniciativa parece não ter vingado, uma vez que não há mais registros a respeito de tal Museu.
     
    Em 1948, as boas relações com os Estados Unidos após o término da Segunda Guerra Mundial trouxeram uma ameaça para o acervo do antigo Museu Militar. A New York Military Academy, uma espécie de educandário norte-americano, solicitou a guarda do acervo para a montagem de um museu nos Estados Unidos, o que foi aprovado pelo Estado Maior do Exército. A Portaria Nº 108, de 5 de julho de 1948, do Ministro da Guerra, General de Divisão Canrobert Pereira da Costa, determinou a criação de uma Comissão composta por cinco militares para organizar e classificar histórica e tecnicamente os objetos destinados ao futuro museu. Tal situação gerou preocupações em vários escalões do Governo, o que levou a solicitações ao Ministro da Guerra, para que fosse autorizado pelo Congresso Nacional a criação de um novo Museu Militar do Exército Brasileiro.
     
    Mais tarde, o Estado Maior do Exército foi informado pelo Adido Militar nos Estados Unidos de que a New York Military Academy consistia num estabelecimento de ensino particular e militarizado, o que impediu a ida do acervo para o exterior. Em janeiro de 1952, o Ministro da Guerra, General de Divisão Newton Estillac Leal, decidiu que o Museu Militar ocuparia provisoriamente a sede do antigo Estabelecimento de Material de Intendência, localizado à Praia de São Cristóvão nº 95.
     
    Museu Militar do Exército (1953-1956)
     
    Em 31 de janeiro de 1953, foi criado o Museu Militar do Exército, pela Portaria n° 58, cuja publicação ocorreu no Boletim do Exército n° 6, de 7 de fevereiro do mesmo ano. O Museu, segundo a Portaria, ficaria subordinado diretamente à Secretaria Geral do Ministério da Guerra. Para encarregado do Museu seria nomeado um Major, tendo como ajudante um 1° ou 2° Tenente do Quadro Auxiliar de Oficiais. Em 11 de julho de 1953, foi nomeado Diretor do Museu Militar do Exército, pelo Decreto de 26 de junho de 1953, o Major da Arma de Infantaria Benjamim Constant Corrêa.
     
    Pouco tempo depois, o Museu Militar do Exército recebia todo o acervo reunido pela antiga Comissão de Organização de Objetos destinados ao Museu da New York Military Academy. A partir daí, o Museu tomou parte na exposição do sesquicentenário do nascimento do Duque de Caxias, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
     
    No dia 18 de março de 1954, o acervo do Museu mudou de local. Como o Museu Militar do Exército ocupava, a título provisório, uma sala do antigo prédio do Estabelecimento de Material de Intendência em São Cristóvão, foi ordenada a transferência do Museu para o Palácio da Guerra, onde ocupou a ala direita da rua Teófilo Ottoni, no 3° andar.
     
    O mês de maio de 1954 foi bastante movimentado para o Museu Militar do Exército. Foi realizada, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, uma exposição dos troféus da Campanha da Itália, em comemoração à Semana da Vitória. No dia 28, o Museu inaugurou sua exposição permanente no Palácio da Guerra, sendo aberta à visitação pública às segundas, terças, quartas e sextas-feiras, das 11h30 às 17h30 horas, e às quintas-feiras e sábados, das 7h ao meio-dia. O Museu continuou o seu funcionamento normal até o ano de 1956,  quando foi fechado em setembro, devido à necessidade de espaço no Palácio da Guerra.
     
    No dia 17 de setembro, pela Portaria Ministerial n° 1630, o Museu Militar do Exército foi transferido mais uma vez, agora para a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), por ser este um local de gloriosa tradição de educandário militar e centro formador de Oficiais do Exército Brasileiro. 
     
    Museu do Exército (1964-1966)
     
    No ano de 1964, o Sr. Ministro da Guerra, General de Exército Arthur da Costa e Silva, pela Portaria n° 1801, de 26 de agosto, determinou a constituição de uma Comissão para a organização do Museu do Exército, na cidade do Rio de Janeiro. Quase dois anos depois, a Portaria n° 64 de 27 de janeiro de 1966, determinava que o agora intitulado Museu do Exército ocupasse as dependências da Casa Histórica de Deodoro. O local receberia o acervo que se encontrava na AMAN, além do acervo do Museu de Medicina Militar.
     
    Além da Casa Histórica de Deodoro, o Museu do Exército recebeu um imóvel situado à Rua do Riachuelo, n° 303, conhecido como a Casa Histórica de Osório. Assim, o Museu do Exército funcionou por mais de duas décadas nas Casas Históricas de Deodoro e Osório, desenvolvendo exposições comemorativas relativas a datas notáveis do País e do Exército, realizando, para isso, diversas pesquisas, inclusive fora do Estado do Rio de Janeiro.
     
    No entanto, as instalações ainda não eram adequadas para receber acervo de importante valor histórico. As Casas Históricas eram antigas, com partes elétrica e hidráulica inadequadas e de manutenção difícil.
     
    Criação do Museu Histórico do Exército (1986-2008)
     
    Em 19 de dezembro de 1986, o então Ministro do Exército, General Leônidas Pires Gonçalves, mandou publicar a Portaria N° 061, na qual ordenou a criação do Museu Histórico do Exército no Forte de Copacabana. Quase seis meses depois, o General Leônidas baixou nova Portaria, a N° 16, de 4 de junho de 1987, onde extinguia o Museu do Exército e o 3° Grupo de Artilharia de Costa, além de transferir todo o acervo existente nas Casas Históricas de Deodoro e Osório para o novo Museu.
     
    Assim, em 1987, o velho Forte de Copacabana trocou de armas, seus canhões tornaram-se silenciosos e ele passou a sediar o Museu Histórico do Exército, com a dignificante missão de preservar e difundir a História do Exército, além de divulgar, aos brasileiros e aos visitantes de outras nações, tudo o que o Exército fez e faz pelo Brasil, e nas missões de além-mar em prol dademocracia e da paz mundial.
     
    A transformação de uma Unidade Operacional para um museu exigiu, por parte dos militares e civis que trabalhavam no Museu Histórico do Exército, um grande esforço para executar a difícil obra na sua estrutura arquitetônica, tanto para recuperar o velho Forte, como também para adequar os espaços à nova realidade.
     
    O novo Museu deveria ter na sua proposta museográfica uma concepção totalmente diferente do antigo Museu do Exército. A história da Força Terrestre deveria ser contada com uma visão centrada no homem como agente construtor da história. A partir desse momento, formou-se uma equipe técnica multidisciplinar, a fim de conceder e propor a nova exposição.
     
    No ano de 1992, foi reaberta a antiga Fortificação com uma exposição sobre o cotidiano do Forte de Copacabana. Além de visitar o interior da Fortificação, o visitante tinha contato com alguns acervos do antigo Museu do Exército.
     
    Em setembro de 1996, graças ao então Ministro do Exército, General Zenildo de Lucena, foi inaugurado o Salão Colônia/Império com a exposição de longa duração "O Exército na Formação da Nacionalidade". O salão abrange o período que vai de 1500 a 1889, em 10 módulos, com cenas que retratam desde o Descobrimento do Brasil até a queda da Monarquia e a Proclamação da República.
     
    Em 11 de maio de 1998, foi inaugurado o Salão República, dando continuidade à exposição de longa duração, mostrando a atuação do Exército Brasileiro no período Republicano, até 1945. Completando o segundo salão, foi criado um Gabinete de Curiosidades, contendo objetos que pertenceram a pessoas importantes ligadas ao Exército Brasileiro.
     
    Em 31 de março de 2000, foi inaugurado o Salão de Exposições Temporárias para abrigar mostras de diversas temáticas e dinamizar suas exposições a fim de proporcionar ao visitante uma opção de lazer cultural que se renova a cada momento.
     
    Em 28 de março de 2008, um novo espaço para visitação foi inaugurado no mesmo andar do Salão República: a Sala dos Presidentes Militares, com o objetivo de mostrar às gerações atuais e futuras as realizações de seus governos e a contribuição para o desenvolvimento do País.
     
    Ao longo do tempo, o Museu Histórico do Exército foi recebendo algumas inovações e melhorias sempre objetivando a dinamização de suas exposições e o bem-estar de seus visitantes.

    Modernização do MHEx em 2012
    No ano de 2012, passados 16 anos da inauguração do primeiro salão de exposições de longa duração, ocorreu a modernização do Museu. Foram revitalizados os espaços de visitação, com a colocação de painéis ilustrativos na Fortificação e melhoria na sinalização, inserindo o Museu na era digital, com introdução de inovações, visando à segurança e ao conforto de nossos visitantes.
  • Canção do Forte de Copacabana

    SOMOS DE ARTILHARIA,
    LUTAMOS COM GALHARDIA
    EM DEFESA DA HONRA E DA SOBERANIA,
    A NOSSA PÁTRIA ADORADA
    TERRA IDOLATRADA
    E POR ISSO VIBRAMOS COM JUSTA ALEGRIA
    COM ORGULHO NÓS SOMOS DA ARTILHARIA!
     
    SOMOS DE ARTILHARIA,
    LUTAMOS COM GALHARDIA
    EM DEFESA DA HONRA E DA SOBERANIA,
    A NOSSA PÁTRIA ADORADA
    TERRA IDOLATRADA
    E POR ISSO VIBRAMOS COM JUSTA ALEGRIA
    COM ORGULHO NÓS SOMOS DA ARTILHARIA!
     
    LUTAMOS PELO BRASIL
    COM TODO ARDOR VARONIL
    PROCURAMOS FAZER DO CANHÃO,
    O ESCUDO DA NOSSA NAÇÃO
    NASCEU COM SORTE QUEM NASCEU BRASILEIRO,
    MAS TAMBÉM NASCEU FORTE
    QUEM NASCEU ARTILHEIRO.
     
    SOMOS DE ARTILHARIA,
    LUTAMOS COM GALHARDIA
    EM DEFESA DA HONRA E DA SOBERANIA,
    A NOSSA PÁTRIA ADORADA
    TERRA IDOLATRADA
    E POR ISSO VIBRAMOS COM JUSTA ALEGRIA
    COM ORGULHO NÓS SOMOS DA ARTILHARIA!
    COM ORGULHO NÓS SOMOS DA ARTILHARIA!
    COM ORGULHO NÓS SOMOS DA ARTILHARIA!
     
    SENTINELA SEMPRE ALERTA
    NO MAR, NO AR E NA TERRA
    EMBORA AMIGOS DA PAZ,
    NÃO TEMOS MEDO DA GUERRA,
    NOSSO LEMA É VITÓRIA
    LEMA QUE ORGULHA E UFANA
    TODO SOLDADO ARTILHEIRO
    DO FORTE DE COPACABANA.
     
    SENTINELA SEMPRE ALERTA
    NO MAR, NO AR E NA TERRA
    EMBORA AMIGOS DA PAZ,
    NÃO TEMOS MEDO DA GUERRA,
    NOSSO LEMA É VITÓRIA
    LEMA QUE ORGULHA E UFANA
    TODO SOLDADO ARTILHEIRO
    DO FORTE DE COPACABANA.
     
     
    Adaptação da canção "Soldados de Artilharia"

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 Última atualização: 03 de Abril de 2017